Dez Melhores Filmes de Johnny Depp

Dez Melhores Filmes de Johnny Depp

John Christopher Depp II, filho de John Christopher Depp e Betty Sue Palmer, nasceu no dia 9 de junho de 1963. Aos 20 anos, o garoto de Kentucky iniciou sua carreira no cinema, apadrinhado por Nicholas Cage, no filme A Hora do Pesadelo (1984), de Wes Craven. Logo depois se tornou sensação e símbolo sexual ao protagonizar o seriado Anjos da Lei, entre 1987 e 1990.

De lá para cá, Johnny Depp conquistou o público com personagens controversos e esquisitões. Sempre eclético, o ator coleciona elogios da crítica, no entanto, nunca foi premiado com um Oscar, apesar de ter sido indicado três vezes. Por outro lado, nem de glória foi feita sua carreira, Depp participou de produções bem ruins, como Porque Choram Os Homens (2000) e Era Uma Vez no México (2003), além das suas últimas fracas aparições em O Turista (2010) e Sombras da Noite (2012).

Conhecido como o queridinho do diretor Tim Burton, juntos fizeram oito filmes e possuem uma longa amizade. Atualmente está em cartaz com o musical Caminhos da Floresta (2014) e seu próximo lançamento no Brasil é Mortdecai – A Arte da Trapaça, em 12 de março de 2015. Além disso, iniciou as gravações de Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales, na Austrália, o quinto filme da franquia. Abaixo a lista com os 10 melhores filmes estrelados pelo astro de 51 anos.

Cry-Baby (Cry-Baby, 1990)

Este filme é uma comédia romântica, mas ao mesmo tempo musical e um pouco trash. Johnny Depp interpreta o bad boy “Cry-Baby” Walker, líder de um grupo de rebeldes. O apelido é porque o rapaz chora apenas por um olho. Considerado um mau elemento, ele se apaixona logo pela boa moça Allison Vernon-Williams (Amy Locane), mas primeiro terá que tirar o namorado dela do caminho. O longa tem ótimas cenas e interpretações musicais.

Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhards, 1990)

A primeira de muitas parcerias entre Tim Burton e Depp. A obra é considerada a grande revelação de Johnny como ator. Na trama, uma vendedora da Avon (Dianne Wiest) descobre Edward (Depp), um jovem que mora sozinho num castelo no topo de uma montanha. Só que no lugar das mãos, ele tem enormes lâminas, o que impede de ser aproximar dos humanos. Aos poucos, seu misto de ingenuidade e arma letal atrai a atenção das pessoas de um pequeno bairro. O filme é engraçado e emocionante.

Ed Wood (Ed Wood, 1994) 

Novamente com Tim Burton, Johnny Depp dá vida ao diretor de cinema Ed Wood. O cineasta ficou conhecido por fazer filmes de péssima qualidade e ganhou o título de pior diretor de todos os tempos. Com maestria, Depp revive a decadente carreira de Wood na década de 1950, período em que se envolveu com vários atores desajustados. Ótima metalinguagem do cinema.

Don Juan DeMarco (Don Juan DeMarco, 1994)

A lenda espanhola Don Juan ganha novos contornos nesta adaptação de Jemery Leven. No papel principal, Johnny é um rapaz de 21 anos que diz ser o famoso amante Don Juan. Ele tenta se matar por não conseguir alcançar o objetivo de encontrar o seu amor perdido. O psiquiatra Jack Mickler (Marlon Brando) tenta convencê-lo a mudar de ideia e a tratá-lo, no entanto, o paciente é um romântico incorrigível e começa a influenciar no comportamento do médico. Com tons cômicos e dramáticos, o ator conquistou o coração de muitas moças com este personagem.

Donnie Brasco (Donnie Brasco, 1997)

Um dos poucos filmes de mafiosos estrelado por Johnny apresenta o ator na pelo de um policial infiltrado na máfia, sob o nome de Donnie Brasco. O criminoso Bejamin ‘Lefty’ Ruggiero (Al Pacino) o tem como seu pupilo e ensina-lhe os caminhos do crime. No entanto, Donnie põe sua vida pessoal em xeque e arrisca os resultados de sua missão. A obra é considerada uma das melhores produções do gênero de gângsteres.

Chocolate (Chocolat, 2000)

Para o público mais romântico, destaca-se o açucarado e amargo Chocolate, do sueco Lasse Hallström. Esta é a segunda parceria do astro com o diretor, antes eles trabalharam juntos em Gilbert Grape – Aprediz de Sonhador (1993). No filme, Depp é o cigano Roux que conquista o coração de confeiteira Viviane Rocher (Juliette Binoche), uma mãe solteira que decide se mudar para uma cidade rural da França, com sua filha de seis anos, e abre uma loja de chocolates em frente à igreja local.

Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra (Pirates Of the Caribbean: The Curse Of The Black Pearl, 2003)

O primeiro filme da saga que conquistou milhares de fãs laureou Johnny Depp com um dos personagens mais queridos de sua carreira. O Capitão Jack Sparrow também lhe concedeu a sua  primeira indicação ao Oscar e Piraras do Caribe se tornou sinônimo do personagem malandro e mulherengo. A história se passa no século XVII e conta o embate entre Sparrow e o capitão Barbossa (Geoffrey Rush), que roubou seu navio. O segundo saqueia a cidade de Porto Real e leva a filha do governador Elizabeth Swann (Keira Knightley). Para recuperar o Pérola Negra, Jack conta com a ajuda de Will Turner (Orlando Bloom), interessado em resgatar Elizabeth de seu inimigo. 

 Em Busca da Terra do Nunca (Finding Neverland, 2004)

J.M. Barrie (Johnny Depp) é um bem-sucedido autor de peças teatrais, mas enfrenta problemas de criação e não tem sido bem recebido pelo público. Em busca de inspiração, Barrie começa a caminhar diariamente pelos jardins Kensington, em Londres. Por lá, ele conhece a família Davies, formada por Sylvia (Kate Winslet), recentemente viúva, e seus quatro filhos. Logo, o escritor se torna amigo da família e passa a criar histórias fantásticas para as crianças. Assim, ele produz o seu trabalho de maior sucesso: Peter Pan. O filme é emoção pura e facilmente leva as pessoas às lágrimas. Novamente, Depp foi indicado ao Oscar por sua atuação nesta obra-prima, que ainda apresenta o pequeno ator Freddie Highmore.

A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolat Factory, 2005)

Mais uma vez Tim Burton e Depp se unem, dessa vez para refilmar uma clássico infanto-juvenil. A tarefa não era fácil, pois os personagens de 1971 permanecia na lembrança de muitos espectadores. Com algumas modificações, Tim Burton consegue imprimir sua marca e, claro, Johnny não decepciona como o excêntrico Willy Wonka, tanto que o ator ganha contornos quase irreconhecíveis. O enredo é sobre o dono da maior fábrica de doces do planeta, que decide realizar um concurso mundial para escolher um herdeiro para o seu império. Cinco crianças ganham uma visita guiada pela lendária e fascinante fábrica de chocolate.

Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street, 2007)

Após dois anos, Tim Burton decide revisitar o famoso musical da Broadway Sweeney Todd e chama o seu fiel escudeiro para representar o protagonista. Como no início de sua carreira, Depp solta a voz em cena como o barbeiro canibal. A trama acompanha Sweeney de volta a Londres, após 15 anos afastado, para se vingar do juiz Turpin (Alan Rickman), que o separou de sua mulher e filha. Para conseguir seu objetivo, Todd conta com a ajuda da sra. Lovett (Helena Boham Carter). Por sua interpretação, Depp foi novamente indicado ao Oscar de Melhor Ator.

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